Archive

Archive for June, 2007

A bomba-relógio da demografia

June 27th, 2007

O site da BBC Brasil publica matéria que corrobora o alerta que eu havia feito no texto “Uma verdade indigesta…”. Veja a manchete e os “melhores” (???) momentos do texto, que pode ser lido na íntegra em http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/06/070627_relatoriopopulacao2007_pu.shtml
Mundo terá 9 bilhões de pessoas em 2050, diz ONU

(…) E até 2030, cinco bilhões de pessoas viverão nas cidades, o equivalente a 60% da população, disse o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).E até 2030, cinco bilhões de pessoas viverão nas cidades, o equivalente a 60% da população, disse o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

(…) Na América Latina, 200 milhões de moradores urbanos adicionais até 2030 significarão um aumento de 50% em relação a hoje.
Já na Ásia e na África, carros-chefes do crescimento das cidades, a população urbana dobrará neste período.

(…) Com as cidades desses continentes crescendo ao ritmo de um milhão de habitantes por semana, quase sete em cada dez cidadãos urbanos serão asiáticos ou africanos em 2030, previu o estudo.

(…) O cenário de concentração do crescimento urbano em cidades do mundo em desenvolvimento fez o UNFPA alertar para a conseqüente explosão das favelas.
Atualmente, um bilhão de pessoas vive em favelas, 90% das quais estão nos países em desenvolvimento e 40% na Índia ou na China.

A pergunta é: e em 2100, que está “a í”? Planejamento familiar já! Salário maternidade/paternidade – ao contrário – já! (Quem aceitar fazer laqueadura ou vasectomia, ganha um ano de salário-desemprego).

Se decidimos viver mais, temos que ser em número menor. O planeta não suporta. E a qualidade de vida se deteriora drasticamente. É sintomática a afirmação a seguir, também do texto citado:

Em 30 anos, a população urbana nos países ricos aumentará em apenas 100 milhões de pessoas, o equivalente a 11% da população urbana atual nesses países (veja quadro).
Na América Latina, 200 milhões de moradores urbanos adicionais até 2030 significarão um aumento de 50% em relação a hoje.

De fato, nós somos o problema. Quanto maior a “família”, maior a degradação ambiental- e a pobreza . Hora de acordar, pessoal!!

Artigos

Caos no trânsito: uma solução em cinco atos

June 15th, 2007

* Lúcio Fonseca

Motivado por ampla reportagem no Bom Dia Brasil de hoje – 15/6/2007 – volto a tema sobre o qual me debrucei e venho falando há anos (meus pacientes amigos e inúmeros motoristas de táxi que o testemunhem): a falência do paradigma transporte individual. Parece que agora “a ficha está caindo” para mais gente, graças a Deus.

Resumo aqui os 5 passos que venho propondo, há quase 10 anos. É uma abordagem sistêmica (leia todos, por favor), para propiciar uma guinada suave para outro modelo de transporte, mais racional e muito mais saudável do que este que temos.

O problema, suas causas e perspectivas

* Em 1970 (apenas 37 anos atrás), éramos “90 milhões em ação”; hoje somos 190 milhões! O mundo já chega aos 7 bilhões de seres humanos!
* Há algumas décadas, só ricos possuíam carro; hoje, qualquer assalariado pode tê-lo, pagando em até 72 meses (louvável a diminuição da desigualdade, mas, no caso em tela, o resultado é a construção de uma “bomba-relógio”);
* O Brasil fabrica 2.8 milhões de carros por ano; a China 7 milhões! A Índia…
* Em S. Paulo, rodam hoje 3,5 milhões de veículos por dia; dentro da maioria destas “caixas de 6 a 8 m2”, uma única pessoa); e todo dia, mais 500 automóveis são licenciados (somados a outros veículos, chegam, provavelmente, a 1.000 ou mais…); o automóvel é, cada vez mais fortemente, o sonho de consumo, o objeto de desejo de cada cidadão; dentro de 5, 10, 20 anos, o que ocorrerá?
* A média para engarrafamentos em SP é de 110 km! (e as outras cidades se encaminham “inocentemente” para o mesmo caos…); problema grande para as pessoas que têm carro (a minoria) e maior ainda para os que não o possuem (a imensa maioria);
* Só em S. Paulo se gastam 600 milhões por ano no tratamento de doenças respiratórias; a maioria dos afetados nem têm carro, mas são vítimas da poluição que estes causam, responsável também em 13,5% pelo aquecimento global;
* Trecho da matéria de hoje do Bom Dia Brasil:

Quilômetros de engarrafamento, caos, impaciência. O tempo que os motoristas desperdiçam dentro do carro nas grandes cidades do Brasil. Um custo que chega a bilhões e bilhões de reais.

Uma imagem, na quinta-feira, impressionou moradores de todo o Brasil. Era uma fila que não tinha fim: carros, caminhões, ônibus e motoristas parados, durante horas e horas, na maior cidade do país. Foram 172 quilômetros de engarrafamento – um recorde de desperdício. Quem, dentro do carro, cansado, nunca pensou que poderia estar aproveitando melhor aquele tempo? Quais são as previsões de quem estuda o assunto para os próximos anos? Como vai estar São Paulo em 2050, por exemplo? Não deixe de ver a matéria completa (textos, áudio e vídeo) em http://bomdiabrasil.globo.com/Jornalismo/BDBR/0,,AA1564662-3682-689148,00.html . Uma pena: os especialistas entrevistados não conseguiram ver a questão sistemicamente e se limitaram às opiniões e sugestões mais comuns;
* Conclusão: andar de carro todos os dias, a passeio ou a trabalho, é um prazer (ou obrigação, por falta atualmente de opções) que foi possível; agora, simplesmente, NÃO É MAIS!’

A solução, em cinco atos

Perdoem-me os Engenheiros de Trânsito, urbanistas e outros profissionais da área a ousadia, mas uso a prerrogativa de “observador de fora” (não tanto “de fora”, por ser causador, em parte, do problema e vítima, no todo) para indicar um caminho a meu ver viável – e necessário – para a solução.

Premissas:
1) a necessidade maior não é ter automóvel, mas transportar-se (de que forma for);
2) mudar a cultura de uso de automóvel é difícil; precisa ser feito em etapas.

ETAPA I: oferecer transporte público, inicialmente via ônibus e vans, de alto nível, em quantidade e ótima qualidade, com preços subsidiados (a economia gerada com controle de trânsito, acidentes, doentes, etc) paga; tira-se assim a desculpa dos donos de carro de usa-lo por falta de opção;

ETAPA II: tirada a desculpa, implantar um programa acelerado de restrição crescente ao uso do automóvel na cidade, até elimina-lo: avenidas inteiras só para transporte público, centro da cidade “fechado” aos carros, pedágio urbano caro, aumento dos impostos para aquisição, criação de “imposto de circulação em via pública” etc;

ETAPA III
: já melhorou, mas ônibus e vans são trambolhos e altamente poluentes; hora de investir (inclusive os muitos recursos apurados com a economia já citada, o pedágio urbano etc) no metrô como o novo paradigma de transporte; à proporção que for aumentando a oferta de metrô, ir retirando ônibus e vans de circulação (criar aceleradamente um número cada vez maior de ruas com transporte motorizado proibido);

ETAPA IV: com as ruas livres (inclusive da poluição), dotar todas de ciclovias (para bicicletas e patinetes) e fazer contínuas campanhas educativas, ressaltando os benefícios de andar a pé (mais economia, principalmente no sistema de saúde, pois a população será muito mais saudável); um avanço rumo a novo paradigma de transporte: metrô/bicicleta-patinete/pé;

ETAPA V: como, inapelavelmente, a população vai continuar crescendo (embora devamos repensar esse paradigma também) e, assim, a demanda de transporte, hora de implantar uma solução verdadeiramente heterodoxa: muitas ruas se transformam em grandes esteiras rolantes (como a dos grandes aeroportos); sobre elas são colocadas coberturas e, nelas, células solares, para movê-las com energia natural. Loucura? Muitos dos grandes avanços da humanidade foram classificados assim, de início.

Já tenho resposta para muitos dos possíveis questionamentos a esta proposta (venho refletindo e estudando sobre isto há tempos), mas, certamente, não para todos. O que desejo é poder discutir estas idéias na maior quantidade de foros possível e que todos ajudem a colocá-las em debate, para seu aperfeiçoamento e melhor qualidade de vida de todos nós. A trilogia “Gestão das cidades: a bomba-relógio chamada automóvel”, publicada há tempos neste site, esmiúça a questão. Leia.

Mudar o mundo é menos difícil do que parece. Opine, provoque o debate. Estou à disposição.

* Palestrante e Consultor
educacional e empresarial
lucio@luciofonseca.com.br

Artigos

Uma verdade indigesta: o problema somos nós

June 15th, 2007

Lúcio Fonseca*

O IPCC, órgão internacional responsável pelo estudo de alterações climáticas, afirma categoricamente que a atividade humana é a maior responsável pelo aquecimento global. Havia dúvidas?

Somos, infelizmente, responsáveis por muitos danos mais e, sem querer fazer terrorismo (mas já fazendo), é difícil pensar em retorno a um estado de equilíbrio, por mais esforços que se façam. E há muito que fazer. E pouco que tem sido feito.

É preciso sempre exercitar a visão sistêmica, a capacidade de enxergar o todo, o conjunto das partes e suas relações. Fritjof Capra é mestre em nos mostrar isto cristalinamente, com sua teoria dos sistemas vivos e sua percepção da teia como a forma por excelência de estruturação da vida e da natureza. Se conseguirmos ter uma visão de conjunto do planeta (microcosmo inserido num infinito macrocosmo), é possível que consigamos nos dar conta de nossa verdadeira posição na natureza: a de uma das espécies e não a da espécie superior e proprietária de todo o restante.

É interessante notar como todos achamos que o planeta é nosso. Até mesmo quem defende a natureza argumenta que devemos preservá-la para os nossos filhos e netos, para as próximas gerações. Como se fôssemos os donos do pedaço, os senhores de engenho (e nossos filhos e netos os sinhozinhos e sinhazinhas), a quem todos os outros seres devem servir e prestar vassalagem. Sem nenhum direito próprio

Está na hora de revermos este conceito. Nem somos os primeiros a aqui chegar. O homem consciente de sua existência e atos surgiu há cerca de 60.000 anos na África, afirma o professor Michal Kobusiewicz do Instituto de Arqueologia e Etnologia da Academia Polonesa de Ciências. Somos uma criancinha, num planeta onde a vida surgiu há mais de 3 bilhões de anos. Uma criança mimada, birrenta (Eu quero!!) e extremamente cruel para com os seres à sua volta. Cruel… irracional (embora, ironicamente, nos achemos o único ser racional da natureza….).

Quem mais na natureza fabrica bombas e as joga sobre a cabeça dos semelhantes? Quem mais usa armas nucleares e ameaça o semelhante o tempo inteiro com o disparo das mesmas, a despeito do risco de explodir ou tornar inabitável, pela radiação, o planeta inteiro? Quem mais na natureza seqüestra? Quem mais na natureza assassina para roubar um tênis ou comprar droga? Quem mais na natureza se apropria do dinheiro público para adquirir carros e lanchas importados, à custa da miséria de milhões? Quem mais na natureza mete fogo na floresta para criar gado ou plantar soja? Quem mais na natureza mata por uma ideologia ou uma religião, construções mentais que variam de grupo para grupo humano? Quem mais na natureza assassina 160.000 elefantes em poucos anos? (Na ásia, eram 200.000 no século XX; hoje são 40.000). Quem mais na natureza transforma elegantes araras azuis em dinheiro? Quem mais na natureza ocupa 6 a 8 m2 de vias públicas para se deslocar (em caixas retangulares, chamadas automóveis, que cospem uma fumaça que mata lentamente)? Quem mais invade o habitat das outras espécies e o destrói sem cerimônia? Quem mais transforma árvores-fábricas de oxigênio em dólares, em forma de pranchas de madeiras nobres? Quem mais admite até que os pólos derretam, que epidemias tropicais invadam o hemisfério norte, que milhões morram, para que a economia não seja afetada? Quem mais, como na China, é capaz de poluir 70% de seus rios e contaminar 90% das águas subterrâneas? Quem mais provoca a extinção em massa da fauna e da flora, eliminando brutalmente a vida por onde passa? Quem mais é capaz de matar os poucos chimpanzés e gorilas remanescentes, invadindo os já parcos santuários ecológicos que lhes sobraram? (“Chipanzés e gorilas estão sendo caçados juntamente com elefantes, antílopes, miríades e outras espécies, para virarem comida . E não é para alimentar as pessoas famintas, mas para satisfazer um gosto por carne de caça da elite urbana (Jane Goodall) – Todas as 235 espécies de primatas estão listadas na Convenção sobre o comércio Internacional das espécies da fauna e da flora selvagem ameaçadas de extinção, com exceção dos humanos. Um terço de todos os nossos parentes primatas está em perigo de extinção; conseqüência das ações de outro da mesma espécie, os humanos… Perseguidos no passado por atiradores que procuravam troféus de caça, os primatas são mortos hoje para satisfazer a demanda dos turistas por comprar lembranças de viagem. Peles atrativas de macacos e mãos de gorilas transformadas em cinzeiros são lembranças bem populares. – http://www.animalplanetbrasil.com/guia_primatas/primatas_perigo/index.shtml).

Quem mais produz tantos dejetos em proporções tão pantagruélicas e os lança criminosamente em qualquer lugar, conspurcando riachos virgens, assoreando os rios e contaminando inapelavelmente tudo o que com eles entra em contato, como a peste negra que varria a Europa em tempos medievais?

Mas as coisas são e poderão ficar piores do que imaginamos (para não desanimar, leia até o fim). Este ser “fantástico”, acima descrito, se reproduz – perdoem-me os puristas – como coelhos. Em poucas décadas, um crescimento exponencial nos trouxe ao estonteante número de quase 7 bilhões!! 7 bilhões de seres vorazes, qual nuvem de gafanhotos, a devorar tudo o que encontram pela frente, sem limites e sem lei, que não seja a da própria sobrevivência e do enriquecimento a qualquer preço, a da prepotência, a da vaidade, a do comodismo, a do extrativismo obsessivo e consumo desenfreado e irracional.

7 bilhões de seres que, por serem dotados de uma inteligência “operatória”, foram capazes de praticamente eliminar ou neutralizar a ação de seus antigos predadores – os animais selvagens, os vírus e bactérias – rompendo o sábio equilíbrio natural. 7 bilhões de seres que vivem cada vez mais e se reproduzem geometricamente (aos 75 anos, um ser humano terá produzido, em média, 39 descendentes, à base de meros 3 filhos, em média, por pessoa). Principalmente nas comunidades mais pobres – nas periferias das grandes cidades, nos grotões do Brasil ou nas vilas africanas – “família grande” ainda é motivo de orgulho. Ou de conveniência (salário família, bolsa família e outros estímulos…). “Crescei e multiplicai-vos”… mesmo para quem não leu a Bíblia, a máxima é mais que válida. Não é à toa que, anualmente, mais de um milhão de adolescentes americanas, de todas as classes sociais, ficam grávidas. E tome filhos rejeitados, mal nutridos, vivendo nas ruas e na marginalidade. E procriando. E gastando recursos naturais. E criando montanhas de dejetos…

Sou uma pessoa de hábitos (julgava eu) comedidos. Calculei o tamanho de minha “pegada ecológica” em http://www.earthday.net/footprint/info.asp?language=portuguese&country=portugal . Se todos os seres humanos consumissem recursos e gerassem dejetos como eu, precisaríamos de 2,6 planeta Terra para dar conta de nós!…

Somos um organismo tentacular, que cresce sem controle e que suga vorazmente a energia e os recursos do organismo maior. Se a Terra for de fato Gaia, um organismo vivo, como descreveu o cientista James Lovelock, estamos para ele como um tumor cancerígeno está para o ser humano: instala-se, cresce, drena a energia do organismo, suga-a com tal voracidade que leva seu hospedeiro à exaustão e o mata, num processo, paradoxalmente, também de auto-extinção.

Santa mãe de Deus! Será este o nosso destino? Não haverá modo de frear este bólido que se dirige vertiginosamente para o abismo? Haverá lugar ainda para a esperança?

Talvez…. Esta mesma besta-fera é capaz de produzir a mais refinada arte. É capaz de se emocionar ao ouvir uma bela música. De se encantar com a nova flor de orquídea que surgiu no vaso. De extasiar-se diante de um pôr-do-sol ou de uma lua cheia… De sentar na porta de suas casas ao entardecer e trocar pão de queijo pelo muro com os vizinhos (como bem me lembrou meu mano José Júlio)… Talvez seja capaz de acordar a tempo para a tragédia iminente e de colocar um freio em suas ambições, de sair de seu “egoísmo ecológico” e se perceber como parte… como a parte mais responsável, por ser dotada de um aparelhamento intelectual sofisticado. Quem sabe?

Quem sabe será capaz de perceber que a vida vivida com mais simplicidade pode ser mais rica de significado e menos prejudicial ao meio… Que não é justo, apenas para deleite próprio (“Que gracinha!”), colocar mais e mais seres no planeta, sem pensar nas conseqüências para eles e para o próprio planeta, principalmente se optou por viver mais… que andar a pé não é vergonha, mas um jeito saudável e gostoso de conhecer a cidade e mais pessoas… que roupas feitas de peles de animais, assim como a caça e a pesca esportivas (matar é um esporte?!), e pesca com redes de arrasto – que devastam preciosos ecossistemas – são uma confissão de estupidez, de ignorância… que o canto natural das aves vale mais que mil CDs… que garrafas PET deviam ser chamadas de garrafas PESTE… Que preservar a natureza em torno de si e respeitar os vizinhos – sejam gente, planta, montanha ou animal – é obrigação moral de cada habitante deste condomínio-planeta, uma vez que os direitos dos “condôminos” são iguais… que o espaço disponível é para ser dividido com os demais seres e não invadido e conquistado por uma só espécie (ah, se soubessem da beleza e importância estratégica da biodiversidade…)… que não há som mais doce que o das cachoeiras e do farfalhar do vento nas folhas das árvores… que não há prazer maior do que respirar ar puro…

O problema somos nós. Quem sabe, a solução também? Somos suficientemente inteligentes para dar um basta nas atrocidades que temos cometido. E para entender que reduzir drasticamente a natalidade, em todo o mundo, por exemplo, não é uma atitude totalitária, mas de autodefesa e, especialmente, de sabedoria, humildade e cuidado para com os outros elementos do planeta. Inclusive os seres humanos que virão (em menor quantidade, pede o planeta).

Há que manter as esperanças, mas agindo. Inácio de Loyola uma vez disse: “Trabalha, como se tudo dependesse de ti, e confia, como se tudo dependesse de Deus.”

* Palestrante e Consultor
educacional e empresarial

Artigos